O protótipo já navega
O primeiro protótipo está de pé. Você escolhe um dos três cascos, dá um nome ao capitão e aponta o rumo na rosa dos ventos. O navio segue sozinho, inclusive com a aba fechada: quem guarda a posição é o servidor, e o navegador só desenha o que ele conta.
Mercantes e piratas cruzando o mar. Nada aqui é montagem: é o protótipo rodando.
Água que parece água
A água é desenhada do zero. Três ondas grandes dão o balanço, e duas camadas de ondulação fina, uma girada em relação à outra, quebram o reflexo. O brilho do sol fica num caminho, como no mar de verdade, em vez de se espalhar pela tela. Perto das ilhas a água fica rasa e turquesa e quebra em espuma na areia.
O porto, com farol, cais de madeira, canhões e botes. É dali que todo navio zarpa.
Um mar igual para todos
As ilhas, as pedras e os navios que não são de jogadores nascem no servidor, a partir de uma semente: todo capitão vê o mesmo mar. Quanto mais longe do porto, mais agitada a água. Os carneirinhos de espuma aumentam a cada anel de perigo, e as velas pretas também.
Ilhas e naufrágios a dois quilômetros do porto.
Nas águas agitadas, mais espuma e mais piratas no caminho.
Os detalhes
- A esteira é uma renda de bolhas presa à água: ela fica para trás enquanto o navio segue, no ângulo das esteiras de verdade.
- Cada navio balança com a onda que passa por baixo dele e se inclina nas curvas.
- O navio fantasma é feito de luz e deixa uma névoa verde no lugar da espuma.
- No celular, a resolução se ajusta sozinha para o mar não engasgar.
O que vem agora
O próximo passo é pôr o protótipo na mão de quem testa e ouvir uma coisa só: dá vontade de voltar para ver o navio navegando? Se der, vêm o primeiro deploy, o login e o começo do porto.